segunda-feira, 6 de junho de 2011

Você sabe trabalhar em equipe?


Pesquisando na internet o que postar no blog, encontrei no site administradores.com um artigo sobre o trabalho em equipe e as dificuldades que podem comprometer a carreira de muitas pessoas. Tema muito importante para quem deseja crescer nas empresas de hoje.


Com as áreas das empresas cada vez mais integradas, ter a habilidade de trabalhar em equipe é pré-requisito para se dar bem na carreira. Aliar os conhecimentos do seu departamento com as necessidades de outros exige uma habilidade de conciliar pontos de vista que só quem sabe trabalhar em equipe consegue fazer. E quem não consegue lidar com essa realidade, pode não se dar bem.

“As habilidades comportamentais é o que mais difere os profissionais que tecnicamente são muito parecidos”, afirma a coordenadora de treinamento e desenvolvimento da Personal Service, Bianca Lemos. “Saber compartilhar, trocar informações, criar interfaces e alianças faz com que os objetivos sejam alcançados com maior facilidade”.

Para a consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Vanessa Mello Roggeri, quem não consegue trabalhar em grupo pode perder oportunidades. “Porque ele não consegue se colocar nos projetos e não sabe fazer o marketing pessoal”.

Ela explica que a lógica é que o profissional que não trabalha bem em grupo, não consegue se expor e impede o próprio desenvolvimento profissional. Embora não pareça, o problema é grave. Mas pode ser resolvido. “O profissional deve fazer uma autoavaliação para tentar perceber como ele trabalha em equipe, como ele se sente quando é colocado nessa situação”.

Não são raros os casos em que os profissionais pensam que sabem lidar com trabalhos em grupo e só descobrem o contrário quando a dificuldade se torna um problema.
Os sinais

E como saber se é o profissional sabe lidar ou não com trabalhos em grupo? Para as especialistas consultadas, existem casos em que apenas terceiros conseguem identificar o problema. Mas é possível que o próprio profissional consiga identificar a questão, basta ficar atento aos sinais.


Se no decorrer do trabalho ocorrerem conflitos, avalie se eles não foram gerados por você. Perceba se você ouve com facilidade as ideias dos outros integrantes da equipe e se aceita com facilidade as críticas dos demais.

Para Bianca, profissionais com dificuldades de trabalhar em equipe costumam ser mais individualistas e são mais inseguros que o normal. “São pessoas mais centralizadoras e perfeccionistas, que não confiam nos colegas de trabalho”, diz a especialista.

Vanessa ressalta que ainda faz parte do perfil desses profissionais que são mais introvertidos. “Nesse caso, não é que ele trabalhe mal em equipe, é que ele acaba não opinando ou não participando de projetos mais efetivamente por medo de errar ou por insegurança”, afirma.

Desenvolva a habilidade

Quem sabe trabalhar em equipe tem mais facilidade de lidar com pessoas, desenvolve de modo mais efetivo a criatividade, pela facilidade de trocar ideias com outras pessoas. “Para tentar ser mais participativo e sanar a dificuldade de trabalhar em equipe, os profissionais precisam passar pela autoavaliação”, ressalta Vanessa. “Somente ela permitirá que ele se conheça”.


A partir daí, aconselha a consultora, o comportamento só vai mudar se o profissional quiser. “Vai ter de partir dele querer participar mais, interagir mais”, afirma. Para ela, o profissional precisa perder o medo de opinar, tentar ouvir os colegas e enxergar o lado positivo de possíveis críticas.

Fonte: www.administradores.com.br

terça-feira, 24 de maio de 2011

Aula de TGA - 23/05/2011

Fotinhas tiradas pelo nosso colega Luís, na aula de TGA.
Elaboração de um código de ética para nossa turma com 6 declarações.













quinta-feira, 19 de maio de 2011

Google abre programa de estágio no Brasil




O Google está recrutando, pela primeira vez, estudantes brasileiros para integrarem o programa de estágio da companhia. Os interessados devem ter previsão para conclusão do curso no final deste ano, além de falar inglês fluentemente e ter disponibilidade para trabalhar em São Paulo.

Ao todo são 24 vagas disponibilizadas para diversas áreas de nível superior, desde marketing, finanças e RH até vendas, de forma que candidatos de qualquer curso superior podem concorrer. Caso os estagiários obtenham desempenho satisfatório, podem ser efetivados nos quadros da companhia, uma das marcas mais valiosas do mundo, após o programa.

Não foi informado o valor da bolsa, mas a empresa garante que é acima do valor de mercado, embora a expectativa que se procura no estagiário seja a oportunidade de desenvolvimento, e não o salário, de acordo com a porta-voz do setor de RH. Também há seguro de vida e saúde, alimentação, vagas em estacionamento ou auxílio-transporte, dentre outros benefícios.

As inscrições estarão abertas até o dia 8 de junho. Os aprovados no processo seletivo devem iniciar o estágio no primeiro dia de agosto. O Google pretende abrir outros programas de estágio nos próximos anos. 

Com informações da InfoExame.

Fonte: www.administradore.com.br

Maratona p/ AV3

Ontem começamos uma nova corrida rumo a novos conteúdos, trabalhos, provas e etc. Estamos na reta final do semestre, temos que dá o gás para tirar boas notas na AV3 e passar para próxima fase tranquilos.

Terminaremos esse semestre assim:




segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mães e Profissionais.

Pesquisa mostra que 57% têm dificuldades de lidar com a dupla jornada, mas mulheres que são mães são melhores profissionais.

Elas deixaram de se dedicar apenas à casa para entrar no mercado de trabalho. E, com isso, acumularam funções. Lidar com a família e com o mercado faz parte da rotina de muitas mulheres que se tornaram mães, principalmente daquelas que se tornaram chefes de família. Mas nem todas conseguem manter a dupla jornada com tanta eficiência.

Uma pesquisa realizada pelo Trabalhando.com, comunidade virtual de trabalho, mostra que 57% das executivas têm dificuldade para conciliar as duas atividades. Para 34% das entrevistadas, a dificuldade da dupla jornada é o fato de terem pouco tempo para lidarem com os filhos. “O ponto principal dessa dificuldade é a falta de flexibilidade que as empresas não oferecem para que elas possam estar mais presentes na vida dos filhos”, explica o diretor-geral da comunidade, Renato Grinberg.

Essa falta de equilíbrio entre as funções já foi constatada em outros estudos. Em um deles, a psicóloga Francisca Celina Guimarães constatou que essa dificuldade gera frustração. O efeito imediato é que o desempenho dessas profissionais pode cair.

É por isso que as empresas estão atentas a isso e começam a implantar ações para elevar a qualidade de vida dessas profissionais”, afirma Grinberg. Não são raras situações de empresas que flexibilizam horários e até mantêm espaços na empresa para que as mães fiquem perto dos filhos. “O que mantém o funcionário motivado vai além da parte financeira”, acredita o executivo.

Grinberg explica que esse tipo de empenho das empresas eleva a motivação das mulheres e as mantêm mais envolvidas não apenas com o trabalho, mas também com a empresa. E com isso, o grau de comprometimento e ligação com a instituição também é maior.

Medo

A dificuldade que a maioria das executivas entrevistadas sente também está relacionada ao receio que elas têm de não serem bem vistas no mercado somente pelo fato de serem mães. A pesquisa constatou que 12% delas acreditam sofrer preconceito dos chefes e outros gestores por terem filhos. “Pelo fato de serem mães, eles acham que elas não estão tão disponíveis”, explica Grinberg.


Outra dificuldade que as executivas sentem por serem mães é na hora de retornar ao trabalho depois da licença-maternidade. Do total das pesquisadas, 7% afirmam que o afastamento as deixou desconectadas dos negócios da empresa e 4% ainda dizem que a dificuldade é não conseguir se focar no trabalho tanto quanto gostariam, por causa dos filhos.

Para Grinberg, foi-se o tempo em que a mãe não poderia ser também profissional. “Acabou a era de que você tinha de escolher entre ser uma boa mãe ou ser uma boa executiva”, diz. Apesar disso, dentre as empresas consultadas, constatou-se que o número de profissionais que são mães ainda é pequeno.

Do total de 30 empresas de médio e grande porte consultadas, 50% têm mães que representam 10% do quadro de funcionários. Já 20% das instituições consultados têm mais de 30% funcionárias com filhos e 10% das empresas têm 20% do quadro formado por mães. Os outros 20% das empresas têm 10% das funcionárias com filhos.

A mãe executiva

Diferentemente do que alguns gestores ou até empresas podem imaginar, as mães podem ser melhores profissionais. “As mães são mais responsáveis e a maternidade desenvolve nas mulheres muitas características que as ajuda a ser melhores profissionais”, afirma Grinberg.


Lidar com a rotina de cuidar da profissão e da família já faz das mães mulheres multitarefa. “O tempo para a mãe tem um valor muito maior. Elas lidam com ele com muita mais eficiência”, afirma o executivo.

Além disso, a mãe tem uma consciência de doação muito maior e aquelas que são líderes acabam desenvolvendo a dose certa da severidade. “O homem naturalmente tenta liderar pela força. A mulher já é mais emotiva, mas a mãe vê que existem outros caminhos”, explica. Grinberg ainda ressalta que as mães conseguem desenvolver mais rápido e melhor a inteligência emocional e afirma: “os melhores executivos têm filhos”.
Fonte: www.administradores.com.br

terça-feira, 3 de maio de 2011

Lembrete!

Hoje é dia de prova de Comunicação Empresarial! Boa sorte galera.

Trabalho de Metodologia!

É incrível como uma turma inteira fica perdida sem rumo em um disciplina que poderia ser a mais light de todas, o fato é que não estamos em sintonia (prof. e alunos). Temos um trabalho para fazer valendo uma nota importantíssima e não sabemos nem começar.


Amanhã é o dia de entregar esse bendito trabalho e estamos temerosos pois a avaliação da turma neste contexto será péssima.


Caros colegas espero que tenhamos mais sorte até o fim do semestre com esses trabalhos e as provas.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Semana de Provas!

Essa a semana de provas AV2.
02/05 - TGA
03/05 - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
04/05 - METODOLOGIA DA CIÊNCIA
05/05 - CONTABILIDADE BÁSICA
06/05 - MATEMÁTICA APLICADA

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Trabalho de Metodologia

Olá Galera, hoje é o último dia para entrega do trabalho de metodologia. Esse trabalho deu uma dor de cabeça.
Trabalho com tema livre nos padrões e normas da ABNT, valendo nota para auxilixar a AV2 que será realizada próxima semana.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

2 Dia 1º Encontro de Administração!

O 2º dia do encontro de administração tivemos uma palestra fantástica sobre Empreendedorismo, sua importância, seu crescimento e dicas para as pessoas que pensam em abrir um negócio, ministrada pelo Sr. Wilson Lins - Consultor do SEBRAE
Além da história de sucesso do Empresário  Raul Busgaip - Gole de Ouro.





















terça-feira, 19 de abril de 2011

1º Encontro de Administração.

Estou aqui para falar do 1º dia do encontro do curso de Administração da Faculdade Oboé, realizado ontem no espaço da faculdade.
O encontro teve início com a palavra da Prof. Renata Romero, apresentando saudando os alunos e apresentando os consultores da empresa Gomes de Matos.
Os consultores da empresa Gomes de Matos ministraram uma belíssima palestra com o tema "Faça a diferença"
No decorrer da palestra os consultores falaram sobre os seguintes pontos:
-Responsabilidade Social
Mitos e verdades, sua importância dentro de uma empresa, seu crescimento e influência no desenvolvimento das empresas de hoje.
-Responsabilidade Social X Sustentabilidade.
E por último direcionou o encontro para a importância de cada pessoa ser a diferença, seja no trabalho, na escola, na vida. Mostrou exemplos de pessoas que hoje são reconhecidas pelo que fizeram em suas vida, pela diferença que fez.

O encontro de ontem foi maravilhoso, pois nos mostrou o quão importante cada pessoa é no que faz. 
Você será lembrado pelo que fez.



































segunda-feira, 18 de abril de 2011

1º Encontro de Administração.

Gente é hoje, o 1º encontro do curso de Administração.
Esse encontro é de grande importância para nós estudantes de administração, pois servirá de orientação dentro do nosso curso já que o curso de administração que tem infinidades de opções de para seguir carreira.
Até lá.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Aniversariantes da Semana!

Bom dia,
Essa semana foi movimentada no quesito aniversariantes da nossa Turma. Em nome de todos da turma  desejo aos nossos colegas que festejam aniversário essa semana, saúde e sucesso profissional.

Parabéns para:

Ligiane - 11/04
Júnior - 12/04
Sarah - 15/04
Cláudio Reges - 15/04

A vida nos oferece coisas boas, grandiosas, e o fato de conhecermos novas pessoas é bom, é muito bom. Devemos estar abertos a novas amizades, relacionamentos, bate papos, enfim, a gente precisa de amigos, de alguém que nos incentive, que chore conosco, sorria, isto tudo é maravilhoso, e isso tudo você tem.


Relacionar é uma arte, e precisamos ser artistas para fazer coisa boas na vida, pois ela nos dá tanto.
Amizade é essencial, melhor ainda quando nos sentimos aceitos.



No seu aniversário, desejo que as coisas aconteçam na sua vida de forma magnífica.



Tenha um dia de grandes realizações, conte sempre comigo.

Parabéns.


1º Encontro de Administração.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Parabéns!!!

Parabéns para o nosso colega Júnior. Felicidades para vc!

Aviso!

Galera, nossa colega de turma Licyanne ficará afastava das aulas por 15 (quinze) dias, por motivo de procedimento cirúrgico.

Desta forma, estou aqui para em nome da turma desejar a nossa colega uma boa cirurgia e que estaremos ansiosos pelo seu retorno em breve.

O que você gostaria de ter em sua empresa: gestores ou líderes?

Podemos notar que nos últimos anos tem-se intensificado a exigência de um ambiente de trabalho agradável dentro das empresas. Em uma pesquisa divulgada pela sociedade Brasileira de Coaching, 84% das das pessoas que trabalham nas empresas desempenham somente uma parcela 60% de seu potencial.

"Segundo Abraham Maslow, todo ser humano almeja a realização pessoal. Ela só ocorre se a pessoa está motivada e sentir pertencente a algo importante. Vale lembrar que a motivação é intrínseca, ou seja, ninguém consegue motivar alguém, mas sim, estimular".

Assim o líder tem como principal atividade oferecer desafios, estimulando sua equipe. Isso cria um vínculo entre a equipe e a empresa, tornando-os mais comprometidos com os resultados e metas a serem alcançadas pela empresa.


"Para o verdadeiro líder, a sua realização pessoal é colocada de lado e seus colaboradores vêm em primeiro lugar. Ele lhes dá poder e, com isso, gera um ótimo clima organizacional e resultados excepcionais. Desta forma, para este líder, o crescimento na carreira, o aumento salarial, entre outros são consequências do legítimo interesse pelo colaborador. Chefes e gestores não fazem isso, e se não o fazem não conseguem a alta performance".

Sejamos líderes ao invés de gestores e gerentes.

Fonte: www.administradores.com.br

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Perspectiva na carreira.

Segundo pesquisa realizada pelo  Ipea (Instituto de pesquisa Econômica Aplicada) , o otimismo com a carreira dos brasileiros teve queda entre fevereiro e março deste ano.

"Ao todo, 39% dos chefes de família esperam melhoria nessa área nos próximos seis meses, contra 41% registrados em fevereiro último. Os dados mostram que a maioria dos entrevistados (54,75%) não espera qualquer mudança positiva no campo profissional. Já 5,93% dos entrevistados não sabem se a situação no trabalho pode melhorar ou não".

Pessimismo e otimismo

Dentre as regiões, os mais pessimistas estão no Norte, onde 72,33% não têm boas perspectivas profissionais para os próximos seis meses. No Sudeste, 61,06% dos chefes de família têm essa percepção.

Já no Centro-Oeste, 50,53% também não esperam mudanças. E no Nordeste, o percentual alcança os 50,05%. No Sul, por sua vez, 38,2% não acreditam em melhorias profissionais em seis meses.

Entre os otimistas, os brasileiros do Sul lideram, com 57,3% deles acreditando em boas notícias no campo profissional no próximo semestre. No Centro-Oeste, 46,32% dos entrevistados acreditam em melhorias.

No Nordeste, o percentual dos que têm boas expectativas alcança os 45,73%. No Sudeste, 29,84% dos entrevistados esperam por melhoria e na região Norte, o percentual de otimistas é de 26,33%.

Segurança

A pesquisa ainda mostra que 78,52% dos entrevistados responsáveis pelo domicílio se sentem seguros em sua ocupação atual. Dentre as regiões, os chefes de família do Norte são os que se sentem mais seguros: 94,3%.

Já na região Sul, 90,34% se sentem seguros na posição em que atuam e 80,75% dos que vivem na região Centro-Oeste pensam o mesmo.

Nas demais regiões, a maioria dos chefes de família também se sente segura: Sudeste (79,26%) e Nordeste (65,32%). 
Fonte: www.administradores.com.br

segunda-feira, 4 de abril de 2011

As frases proibidas nas organizações

Com o passar do tempo, algumas frases se tornaram proibidas a todos que vivem o dia a dia nas empresas, pois os riscos decorrentes de tais manifestações são reconhecidos como muito elevados para quem pretende se manter no local onde trabalha.

Quando foi a última vez que você ouviu alguém afirmar "eu não sei" ou "o erro foi meu" em sua organização? Possivelmente, até tenha pensado que esta pessoa surtou momentaneamente ou então que se tratava de um profissional inexperiente e sem o mínimo senso de autoproteção.

No entanto, situações como esta precisam ser analisadas por outro prisma. A cultura organizacional da grande maioria das empresas brasileiras não valoriza a importância daqueles que dizem "eu não sei" ou mesmo quem faz questionamentos recorrentes, mas sim os profissionais que têm a capacidade de responder as questões elaboradas por outrem.

Você mesmo deve lembrar como era apreciado na escola quando conseguia responder a alguma pergunta do professor e os olhares de reprovação ou deboche que lhe eram dirigidos ao indagar algo que esclareceria o assunto a todos de uma única vez, mas ninguém arriscaria examinar publicamente.

Nós geralmente valorizamos as pessoas que apresentam a resposta em vez de consagrarmos aqueles que se dedicam a fazer as perguntas certas. Por conseguinte, também nas organizações, muitos dos colaboradores preferem ficar sem saber a questionarem o porquê das coisas.

Problema maior ainda existe em relação à outra frase destacada: "o erro foi meu". Estimo que inúmeras pessoas não tenham a coragem de reconhecer suas falhas, mesmo sabendo que esta seria a atitude correta, porque ao denunciarem os próprios erros ouvem apenas questionamentos de reprovação: "Como você pode ter deixado isto acontecer?" ou "Será que não vai aprender nunca?"

A lição que perdura para todos os demais trabalhadores que presenciam algo semelhante é: quando você cometer uma besteira fique quieto no seu lugar e, se necessário for, coloque a culpa em outro infeliz.
Quando as pessoas não se sentem seguras nem estimuladas a externar seus fracassos e inseguranças, abre-se espaço para que o ambiente seja inundado por posturas nas quais "esconder os problemas debaixo do pano" e torcer para que ninguém perceba ou se posicionar como vítima transforma-se em regra geral.

Se você é gestor, sugiro que comece a olhar de forma especial para quem evita respostas prontas nem tampouco utiliza justificativas esfarrapadas para explicar o trabalho que deixou de concluir a tempo. É claro que tais atitudes não credenciam o profissional desde já a uma promoção, mas revelam senso de responsabilidade, requisito fundamental para quem amanhã poderá ocupar uma posição de liderança.

As empresas devem ter a consciência de que inevitavelmente alguns erros serão cometidos e não haverá pessoas com respostas satisfatórias para uma série de perguntas. Todavia, se cultivarem um ambiente que favoreça o aprendizado contínuo e seus colaboradores forem estimulados a correr riscos calculados será comum escutar pessoas dizendo "eu não sei" ou "o erro foi meu" e além disso poderão comprovar que haverá um comportamento proativo ou reparador logo na sequência dos fatos.

E qual o primeiro passo para a mudança? As organizações precisam acompanhar de perto as atitudes de seus gestores. Quando os colaboradores percebem que os líderes diretos são os primeiros a encobertar erros ou se calar diante de determinada situação que requer posicionamento, eles compreendem que esta é a coisa certa a fazer naquele lugar. Ah, o contrário também é verdadeiro.

Wellington Moreira - Palestrante e consultor empresarial wellington@caputconsultoria.com.br 
Fonte: www.administradores.com.br

quarta-feira, 30 de março de 2011

Analise o mercado antes da 2ª graduação.

No site administradores tem um artigo que fala da importância da análise do mercado antes de partir para uma segunda graduação. O mesmo relata que ter duas graduações no currículo pode não pesar tanto na vida profissional com muitas pessoas imaginam, o ideal é que o aluno avalie os pontos positivos e negativos na hora da decisão, lembrando que a experiência vale muito, mas que é sábio pensar numa boa especialização.

Para o diretor da Catho Educação, Constantino Cavalheiro, na verdade, a segunda graduação não faz diferença no mercado de trabalho. “Fazer uma segunda graduação só faz sentido quando a pessoa quer mudar de área de atuação”, argumenta. “No início de carreira, vale mais a pena ter experiência no mercado para, depois, investir em uma especialização”

Fonte: www.administradores.com.br
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